
Berberes
Projeto autoral de música instrumental onde é idealizadora, criadora, instrumentista e realizou a produção musical do EP junto ao grupo.
Berberes da maranhense Luiza Fernandes (violão, guitarra e voz), o guarulhense Juliano Gentile (guitarra, violão e voz) e o paulistano Mica Farina (viola, guitarra e voz). Um encontro de sonoridades em músicas autorais que buscam explorar as possibilidades de cruzamentos entre ritmos e temas protagonizados pelas cordas dedilhadas. Com minimalismos e contrapontos, aliados a vozes e percussão, a banda lança seu primeiro disco, o EP Justinberberes, contemplado no edital de Fomento à Música da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Justinberberes é um nome, ou melhor, um trocadilho que não deu certo. O título do disco remete ao início do grupo, que começou “portátil”, ensaiando com três violões no Parque da Água Branca, interagindo com sóbrios e ébrios no caminho. Um dia surgiu um show, e precisavam de um nome. “Berberes” era sonoro, quase bárbaro, "estrangeiro à civilização greco-romana", e ecoava boas influências musicais. Berberes postiços, adotaram também o “Justin”, uma saída que parecia esperta, uma boa piada de mau gosto. O problema é que passaram a ser chamados insistentemente de “Justin Biebers”, ou apenas “Biebers”, então chutaram o Justin. O nome original foi para o disco, pra contar a história. Berberes é também uma referência aos povos nômades que vivem principalmente no deserto do Saara. Espelho das referências sonoras itinerantes do trio, que costuma defini-las como “guitarrada pós-rockuda semi-marroquina”.

Berberes
Projeto autoral de música instrumental onde é idealizadora, criadora, instrumentista e realizou a produção musical do EP junto ao grupo.
Berberes da maranhense Luiza Fernandes (violão, guitarra e voz), o guarulhense Juliano Gentile (guitarra, violão e voz) e o paulistano Mica Farina (viola, guitarra e voz). Um encontro de sonoridades em músicas autorais que buscam explorar as possibilidades de cruzamentos entre ritmos e temas protagonizados pelas cordas dedilhadas. Com minimalismos e contrapontos, aliados a vozes e percussão, a banda lança seu primeiro disco, o EP Justinberberes, contemplado no edital de Fomento à Música da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Justinberberes é um nome, ou melhor, um trocadilho que não deu certo. O título do disco remete ao início do grupo, que começou “portátil”, ensaiando com três violões no Parque da Água Branca, interagindo com sóbrios e ébrios no caminho. Um dia surgiu um show, e precisavam de um nome. “Berberes” era sonoro, quase bárbaro, "estrangeiro à civilização greco-romana", e ecoava boas influências musicais. Berberes postiços, adotaram também o “Justin”, uma saída que parecia esperta, uma boa piada de mau gosto. O problema é que passaram a ser chamados insistentemente de “Justin Biebers”, ou apenas “Biebers”, então chutaram o Justin. O nome original foi para o disco, pra contar a história. Berberes é também uma referência aos povos nômades que vivem principalmente no deserto do Saara. Espelho das referências sonoras itinerantes do trio, que costuma defini-las como “guitarrada pós-rockuda semi-marroquina”.