Lorena Avellar de Muniagurria - Antropóloga e Pós Doutora

Enquanto colega no Projeto Temático Musicar Local, acompanhei a pesquisa de mestrado da Luiza. Em contexto de distanciamento social, ela enfrentou o desafio de iniciar-se no método etnográfico em um momento que mesmo pesquisadores experientes precisavam se reinventar e reinventar a maneira de fazer pesquisa de campo. Tive o prazer de participar de sua banda de defesa, ocasião em que pude verificar a excelência alcançada pelo trabalho final. Luiza realizou uma pesquisa etnográfica audiovisual colaborativa que conseguiu tirar proveito do melhor dessa modalidade de investigação. Ela integrou e contribuindo com o fazer musical que investigava - os bois de São Luis - e produziu uma linda dissertação, ao mesmo tempo informativa e engajada.

NOME DO DEPOIMENTO

Nadir Cruz - Turismóloga, pesquisadora e Coordenadora do Boi da Floresta de Mestre Apolônio, Quilombo Urbano Liberdade

Quando Luiza Fernandes chegou no Quilombo Liberdade, mais precisamente como pesquisanda no Boi da Floresta, Luiza chegou com todos os questionamentos que os universitários tem. E pra minha surpresa, o Quilombo Liberdade abraçou Luiza Fernandes porque ela ia em todas as manifestações culturais, todos os terreiros, ela estava presente em todas as festas, todas as casas e o Boi da Floresta ela tinha como o objeto principal de pesquisa. Isso foi muito bacana porque assim que ela chegou, no outro ano começou a pandemia e aí ela teve que mudar o rumo da sua pesquisa. E como o Boi da Floresta é uma instituição cultural tradicional, mas que trabalha o ano todo, então a Luiza teve muito serviço para fazer. A primeira iniciativa que ela pegou foi a necessidade que nós tinhamos de ter uma identidade virtual, de estar nas redes sociais. partir da pandemia, que houve aquele boom que todo mundo precisava fazer alguma coisa de forma virtual, a Luiza foi fundamental para a nossa instituição, porque ela além de nos ensinar, de nos orientar como fazer, ela é prática. Ela diz "vamos fazer". Então era isso que a gente estava precisando. A cultura hoje, ela tem trabalhado no sentido de jogar luz nas suas atividades internas e externas e é isso que o Boi da Floresta faz. Mestre Apolônio deu esse pontapé inicial e e eu, enquanto coordenadora do Bumba Meu Boi e do Tambor de Crioula, estou fazendo essa manutenção. Então tudo isso fica mais fácil com o profissionalismo da Luiza Fernandes que conseguiu sua formação de mestrado. Ela é mestre pela academia e nos apoia na questão dos registros de tudo o que a gente faz. Interessante que cada pessoa do grupo já sente falta da Luiza! As pessoas já identificam Luiza Fernandes como alguém que trabalha o audiovisual e temos executado várias ações e atividades da nossa instituição em conjunto, porque o Boi da Floresta trabalha em conjunto. 

NOME DO DEPOIMENTO

Lorena Avellar de Muniagurria - Antropóloga e Pós Doutora

Enquanto colega no Projeto Temático Musicar Local, acompanhei a pesquisa de mestrado da Luiza. Em contexto de distanciamento social, ela enfrentou o desafio de iniciar-se no método etnográfico em um momento que mesmo pesquisadores experientes precisavam se reinventar e reinventar a maneira de fazer pesquisa de campo. Tive o prazer de participar de sua banda de defesa, ocasião em que pude verificar a excelência alcançada pelo trabalho final. Luiza realizou uma pesquisa etnográfica audiovisual colaborativa que conseguiu tirar proveito do melhor dessa modalidade de investigação. Ela integrou e contribuindo com o fazer musical que investigava - os bois de São Luis - e produziu uma linda dissertação, ao mesmo tempo informativa e engajada.

NOME DO DEPOIMENTO

Nadir Cruz - Turismóloga, pesquisadora e Coordenadora do Boi da Floresta de Mestre Apolônio, Quilombo Urbano Liberdade

Quando Luiza Fernandes chegou no Quilombo Liberdade, mais precisamente como pesquisanda no Boi da Floresta, Luiza chegou com todos os questionamentos que os universitários tem. E pra minha surpresa, o Quilombo Liberdade abraçou Luiza Fernandes porque ela ia em todas as manifestações culturais, todos os terreiros, ela estava presente em todas as festas, todas as casas e o Boi da Floresta ela tinha como o objeto principal de pesquisa. Isso foi muito bacana porque assim que ela chegou, no outro ano começou a pandemia e aí ela teve que mudar o rumo da sua pesquisa. E como o Boi da Floresta é uma instituição cultural tradicional, mas que trabalha o ano todo, então a Luiza teve muito serviço para fazer. A primeira iniciativa que ela pegou foi a necessidade que nós tinhamos de ter uma identidade virtual, de estar nas redes sociais. partir da pandemia, que houve aquele boom que todo mundo precisava fazer alguma coisa de forma virtual, a Luiza foi fundamental para a nossa instituição, porque ela além de nos ensinar, de nos orientar como fazer, ela é prática. Ela diz "vamos fazer". Então era isso que a gente estava precisando. A cultura hoje, ela tem trabalhado no sentido de jogar luz nas suas atividades internas e externas e é isso que o Boi da Floresta faz. Mestre Apolônio deu esse pontapé inicial e e eu, enquanto coordenadora do Bumba Meu Boi e do Tambor de Crioula, estou fazendo essa manutenção. Então tudo isso fica mais fácil com o profissionalismo da Luiza Fernandes que conseguiu sua formação de mestrado. Ela é mestre pela academia e nos apoia na questão dos registros de tudo o que a gente faz. Interessante que cada pessoa do grupo já sente falta da Luiza! As pessoas já identificam Luiza Fernandes como alguém que trabalha o audiovisual e temos executado várias ações e atividades da nossa instituição em conjunto, porque o Boi da Floresta trabalha em conjunto. 

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